O barulho consome as energias da alma
O silencio despe-a de sentimentos
A luz dá-lhe a força da vida
O escuro alimenta-a de fantamas
A alma ...
Aquela que nos traz o desconhecido
Que não entendemos nem controlamos
Por vezes pensamos que é o coração
Mas esse comanda o corpo, não a alma
O calor do corpo aquece-a
Parece que de invisivel se transforma em vermelho vivo
A falta de amor escurece-a
Um cinzento de morte apoxima-se e esfria
A vida deixa de ser sentida
A cor é de rotina triste e vazia

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